segunda-feira, 16 de novembro de 2009

PORTUGAL: BAIXA PRODUÇÃO!

......precisa aumentar a cota de produção de TOMATES!

Crise actual é só comparável com o período após implantação da
I República

_ Vamos ser «os Trás-os-Montes da Europa»

_ O PRESIDENTE DA REPUBLICA TÊM MEDO DE NOMEAR GOVERNO DE SALVAÇÃO NACIONAL

_JORGE COELHO AVISOU "QUEM SE METE COM O PS LEVA-AS"


_ O REI D.CARLOS FOI ASSASSINADO PORQUE SE METEU COM OS PARTIDOS DA ÉPOCA

sábado, 22 de agosto de 2009

D. Duarte de Bragança teme ver o país entregue a uma comissão estrangeira.

Fonte Jornal I Online : http://www.ionline.pt/conteudo/19434-corre-se-o-risco-uma-ditadura-tomar-o-poder—video
Sobre escutas é claro:
“Não me importo que me escutem. Nada tenho a esconder”.

A causa monárquica voltou à ribalta com a polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa (CML). O chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, desvaloriza o incidente e defende que o episódio até pode ter "um aspecto positivo" se "despertar a atenção para as bandeiras portuguesas". Sobre a actualidade do país, assume que o caso das escutas em Belém não o preocupa. "Não me importo nada que me escutem. Nada tenho a esconder. E também deve ser esse o caso do Presidente da República".

Como reagiu à notícia de que Lisboa tinha acordado com uma bandeira monárquica na CML?

É claro que nunca iria apoiar algo de ilegal e considero que se tratou de uma irreverência de juventude que não me parece condenável, porque a bandeira retirada foi devolvida e não houve nenhum desrespeito a símbolos nacionais, ao contrário do que disseram as pessoas que reagiram aborrecidas.

Então não aceita que isto seja tratado como um caso de polícia?

Não foi cometido nenhum estrago ou acto violento, portanto não me parece que exista aqui um caso.

Mas tem simpatia por esta iniciativa?

Nos países que prezam a sua história, as bandeiras históricas são todas consideradas com a mesma dignidade e colocadas muitas vezes em conjunto. Nas academias militares de Portugal, Brasil ou Estados Unidos, há esse culto. Faz parte da cultura cívica do povo. Se este episódio serve para despertar a atenção para as bandeiras portuguesas, pode ser um aspecto positivo. Mas claro que não é legal entrar num lugar público e mudar coisas que estejam lá expostas. É uma pequena ilegalidade, não me parece que se possa levantar um grande problema.

Esta acção também significa que a causa monárquica está viva?

A vitalidade do movimento monárquico em Portugal mede-se de outra maneira: por sondagens de opinião pública, pelas cerca de dez mil pessoas na Reais Associações e muitos outros grupos organizados de monárquicos em grupos de actividades diversas. Não têm é expressão eleitoral, no sentido em que os monárquicos que temos no Parlamento estão dispersos por muitos partidos.

Gostava de fazer uma consulta aos portugueses para saber se preferiam ter um rei como chefe de Estado?

Já foi feita, mas não foi divulgada. E tem resultados muito curiosos: 29% dos portugueses acha que um rei seria melhor do que um PR. Mas a maioria não tem opinião. Era bom que os portugueses tivessem liberdade para exprimir-se sobre esse assunto, mas num contexto honesto e não fazendo uma pergunta como a pergunta do aborto, que era totalmente direccionada para votar sim.

Cem anos depois da implantação da República, que balanço faz à situação actual da democracia portuguesa?

O que me preocupa mais é que ao haver 60% de abstenção numas eleições, damos uma importância excessiva a minorias muito militantes. Isto põe em causa o significado da democracia. Se as pessoas não votam por estarem desiludidas com a política, estão a deixar que alguns falem por eles. Se a política é tomada como um campeonato de futebol, em que se vota num partido por ser "o seu", então não interessam as medidas que se defendem. A democracia não pode resumir-se a colocar um voto numa caixa de quatro em quatro anos. Tem de haver mais participação cívica, opinião, referendos.

Acha que isso acontece pelo descrédito da classe política junto dos eleitores?

Há gente muito boa e decente a fazer política. O problema é a própria instituição da democracia e o sistema em que estamos a viver, que gera esta situação. Temos um excelente Presidente da Republica (PR), deputados muito bons e pessoas muito decentes no governo. Mas não há uma cultura de participação cívica ou de raciocínio lógico.

Como assim?

Surgiu um movimento para as pessoas comprarem produtos portugueses, e acho muito bem. Mas a maioria das pessoas cujo emprego está em risco, que sabem que as empresas estão a fechar ou que a agricultura está a falir, insistem em comprar tudo estrangeiro. Em todo o Estado ou na administração pública não vejo um único carro fabricado em Portugal. Os alfas pendulares foram todos importados de Itália e depois os ministros vêm chorar porque o capitalismo é horroroso e deixa fechar a fábrica da Bombardier? É uma incoerência chocante e revoltante. E os portugueses deviam revoltar-se contra isso. Não faz sentido estarmos a pagar impostos para sustentar indústrias noutros países.

Está preocupado com a crise económica que vivemos e com o défice do país?

Parece-me perfeitamente claro que isto assim não pode continuar. Qualquer família que gaste mais do que aquilo que ganha vai à falência e isso também acontece com os Estados. Nós estamos a endividar os nossos netos, que vão ter de pagar os desperdícios e disparates que estamos a fazer hoje. O povo português ficou contente com a Expo, o CCB ou as auto-estradas em todos os cantos do país, mas essas coisas pagam-se. E depois falha-nos o dinheiro noutras coisas, como no sistema de saúde, que é fraco.

Como é que avalia a justiça portuguesa?

Os deputados fizeram uma legislação que torna muito difícil a aplicação da justiça, por causa dos procedimentos, recursos e picuinhices que empatam a justiça e dificultam o seu exercício. E depois não funciona para ninguém. Nem nos grandes casos nem nos pequenos.

Que comentário faz ao caso Freeport?

Nenhum. Não foi julgado, portanto não posso dar opiniões. Não quero ser injusto com ninguém.

Acompanhou a recente polémica sobre as alegadas escutas no Palácio de Belém?

O Presidente da República é uma pessoa de bem sob todos os aspectos, portanto não se deve importar nada que lhe façam escutas.

Mas acha normal que o Palácio de Belém possa estar a ser vigiado?

Depende de quem faça as escutas. Se tivermos um serviço de segurança bom e eficiente - e temos, como se prova por não haver terrorismo em Portugal - é preferível escutas e vigilância a mais do que a menos. Onde as escutas são inconvenientes é quando servem para espiar, por exemplo entre empresas ou indústrias, ou para saber escândalos da vida privada que possam ser utilizados em chantagens. O importante em democracia é que tenhamos confiança nos serviços que suportam a nossa segurança. Não me importo nada que me escutem, porque não tenho nada a esconder. E acho que também deve ser esse o caso do PR. Mas não sei se é escutado ou não. O que acho é que quem tem cargos públicos de responsabilidade deve aceitar que a sua vida seja transparente.

Concorda com a ideia de Ferreira Leite de que o país vive um clima de asfixia e retaliação criado pelo governo?

Não sei dizer. Acho é que há um pouco a tendência dos partidos no poder, sobretudo se tiverem maioria, para acharem que têm o direito a privilégios, lugares e vantagens. Isso é muito perigoso. Devíamos seguir mais o modelo inglês, em que a administração é uma coisa e a política outra: as pessoas competentes que estão na administração ficam, independentemente dos partidos no poder.

Acha que um governo minoritário pode ser prejudicial ao país?

Não. Um governo de coligação é benéfico, no sentido em que se cria uma maior dinâmica de diálogo e participação. Mas o importante é que tem de haver um acordo entre as principais forças políticas para que se tomem as medidas difíceis que têm de ser tomadas. Se não houver esse acordo, os partidos que estiverem no poder não tomam medidas duras com medo de se queimarem eleitoralmente. Se essas medidas forem tomadas por consensos, todos se responsabilizam.

É favorável a um Bloco Central?

Não faz diferença se é Bloco Central ou aliança com os pequenos partidos. Quanto mais forças políticas participarem, mais se pode mobilizar o país para que um governo possa governar a sério. Quanto mais tarde forem tomadas medidas, pior, e se não forem tomadas corre-se o risco de ser uma ditadura a tomar conta do poder para fazer o que é preciso. E falo de uma ditadura que não é necessariamente militar. Se o país entrar em bancarrota, o BCE ou o FMI podem dizer que ajudam a salvar o país, com a condição de nos governarmos de determinada maneira, com uma comissão de gestão estrangeira. E caminhamos para aí: se não fizermos o caminho certo, alguém vai ter de tomar conta de nós.

Que opinião tem sobre os dois principais candidatos a primeiro-ministro?

Nunca tomo posições partidárias. Não posso fazê-lo devido à minha condição de chefe da Casa Real portuguesa.

Não vota nas legislativas?

Voto nas eleições autárquicas, porque é uma democracia mais directa, conheço as pessoas. Votar mas legislativas seria tomar uma posição partidária que não posso tomar.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

E... CASCAIS ACORDOU REINO DE PORTUGAL
















O PRETENDEN
TE AO TRONO POR VASCO PULIDO VALENTE
Fiquei espantado pel
a forma como o Vasco Pulido Valente reagiu à iniciativa do 31 da armada de hastear a bandeira monárquica na varanda da Câmara Municipal de Lisboa. Antes de mais gostava de fazer uma declaração de interesses, eu gosto do VPV, eu leio o VPV e acho que o próprio VPV deu uma enorme contribuição, enquanto historiador, para desmistificar muitos dos mitos da república - na verdade o povo não queria a república, ninguém ouviu o povo sobre o assunto e nunca o partido republicano teve força para ser governo - VPV ajuda-nos a perceber isso nas suas obras. Mais do que isso, VPV é autor da última biografia de Henrique de Paiva Couceiro, o qual apelida de "o herói português". Por estes motivos e muitos outros, merece a minha estima e consideração.
No entanto, gostava de contar uma história ao VPV. Pelo que vou tentar ser breve, pelo menos tão breve como me permite o facto de ter que contar uma história, a um historiador, vejam lá. Não sei se vou ter sucesso - mas pelo menos tentei. Nunca fui um monárquico de meia-tigela.
Algures em Sintra vive uma família. O pai chama-se Duarte, nome herdado de seu pai Duarte Nuno, a mãe chama-se Isabel, têm três filhos, dois rapazes e uma rapariga. O mais velho é o Afonso, depois há o Dinis
e por fim a Maria Francisca, nomes tipicamente portugueses.
Duarte nasceu com uma responsabilidade acrescida sobre os ombros, diziam-lhe que era pretendente ao trono, herdeiro da História de um povo, o povo português. Duarte não teve uma infância fácil, nasceu no exílio na Suíça - exilado da república e exilado da ditadura. Os seus padrinhos de nascimento foram o Papa Pio XII e a Rainha D. Amélia, mulher do Rei D. Carlos. Na década de 50 volta a Portugal, estudou em colégios privados e depois no colégio militar. Cumpriu o serviço militar em Angola, tal como muitos outros portugueses, infelizmente alguns lá ficaram.
Ainda antes do 25 de Abril Duarte, tal como muitos jovens da sua geração, apoiou vários movimentos que reclamavam a autodeterminação das colónias. Mais tarde, já em liberdade, foi um activista decisivo, e de reconhecido mérito, na campanha Timor 87. Enquanto ser humano teve a oportunidade de privar e ter como amigos importantes figuras, de todas as áreas e espectros políticos, importantes para Portugal.
Duarte dedicou a sua vida a ser uma pessoa séria e coerente.
Vivemos actualmente num país em que o Primeiro-Ministro mandou fechar a faculdade onde andou, o mesmo Primeiro-Ministro que é investigado pelas autoridades inglesas num escândalo sobre corrupçã
o. O Presidente da República também já foi Primeiro-Ministro, e teve como seu Ministro um ex-banqueiro que agora está preso e nesse mesmo banco, um outro Ministro havia, que está a ser investigado e que o Presidente da República colocou como Conselheiro de Estado. Isto é a república, supostamente investida de poderes equalitários e de ética, a chamada ética republicana.
É preciso lembrar que igualdade é o chefe de estado ser o primeiro entre os iguais, ser o verdadeiro árbitro e moderador do sistema, independente e imparcial - ser do povo, pelo povo e de todo o povo. Cavaco Silva foi eleito por cerca de dois milhões e setessentos mil portugueses - somos cerca de dez milhões.
Quando o VPV diz que é preciso um pretendente está errado. O pretendente existe e vive como qualquer português médio, em Sintra, com a família - estudou, esteve na tropa e até foi à guerra. Leu, informou-se e tem opiniões políticas. Mas mais do que isso tem uma enorme vantagem relativamente aos políticos, classe à q
ual nunca ambicionou pertencer, é sério e é reconhecido por isso. Como Chefe de Estado seria imparcial, sem ter que fazer favores às empresas que lhe deram emprego, ao partido que o ajudou a eleger, aos comentadores políticos que o bajularam e aos grupos económicos que pagaram a sua campanha.
Como um amigo me disse ontem, "o sistema democrático estará sempre seguro, nem que para isso tenhamos que ir às três da manhã entregar uma coroa a uma criança em Sintra". Pois é, D. Duarte de Bragança tem um filho.

João Gomes de Almeida in Amor em Tempos de Blogosfera
http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

VIVA O REI!

Bandeira da Monarquia hasteada na CML

Conjurados do Séc XXI










Os autores do blogue "31 da Armada", hastearam esta madrugada a bandeira da Monarquia na varanda dos Paços do Concelho, em Lisboa, como forma de assinalar o centenário da República, que se comemora no dia 5 de Outubro do próximo ano.

A acção que já foi reivindicada num comunicado publicado no site dos bloguistas, "durante a madrugada, e apesar da forte vigilância policial, elementos do 31 da Armada (Darth Vaders) subiram heroicamente até à varanda do Paços do Concelho e hastearam a bandeira azul e branca".

No comunicado ainda se pode ler que esta "acção inédita de guerrilha ideológica" pode ser compada com os acontecimentos de há 99 anos "no dia 5 de Outubro, um punhado de homens, contra a
vontade da maioria dos Portugueses, tinha feito a mesmíssima coisa proclamando assim a República."

Segundo os bloguistas, "a acção foi filmada e o vídeo vai ser disponibilizado ao final da tarde".


Viva o Rei!

Conjurados do Séc XXI

Em 1640 foram 40 os Conjurados que correram com os Espanhois de Portugal. Em 9 de Agosto foram 38 os herois que resolveram hastear a Bandeira Azul e Branca nos Paços do Concelho de Lisboa.

publicado por Ana Margarida Craveiro às 15:58

Dizem-nos que a bandeira já foi retirada. Durante uma noite e uma manhã houve monarquia em Portugal. Não foi mau para princípio de conversa. Até 5 de Outubro de 2010 ainda têm muito que nos aturar.

publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:52

Daqui posto de comando do Movimento do 31 da Armada:

Durante a madrugada de ontem, e apesar da forte vigilância policial, elementos do 31 da Armada (Darth Vaders) subiram heroicamente até à varanda do Paços do Concelho e hastearam a bandeira azul e branca.

Há 99 anos atrás, no dia 5 de Outubro, um punhado de homens, contra a vontade da maioria dos Portugueses, tinha feito a mesmíssima coisa proclamando assim a república. O resto do país ficou a saber por telegrama.

Hoje, aproveitando as férias de verão e numa inédita acção de guerrilha ideológica, foi restaurada a legitimidade Monárquica. Podem permanecer calmos nas vossas casas: foi restaurada a Monarquia. E o país fica a saber pela internet. A acção foi devidamente filmada e o video será disponibilizado ao final da tarde.

É o contributo do 31 para as comemorações do centenário da república.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

“Este é o maior fracasso da democracia portuguesa”


Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.

A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.

A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma “brilhante” que se viu o processo de descolonização.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.

A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.

A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.

A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os “dossiers”.

A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.

A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.

A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com “testas de ferro” no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.

A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.

A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.

A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, “Contos Proibidos”, que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume as “ligações perigosas” com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).

A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países (”record” absoluto para a Espanha – 24 vezes – e França – 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).

A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal.

A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.

A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.

A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.

A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.

A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.

A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.

A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na… Fundação Mário Soares.

A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.

A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era… João Soares.

A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do “Público”, José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.

A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.

A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates “o pior do guterrismo” e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.

A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.

A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.

A lucidez que lhe permitiu ler os artigos “O Polvo” de Joaquim Vieira na “Grande Reportagem”, baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.

No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.

Vai… e não volta mais.

por Clara Ferreira Alves, Expresso Agosto 4, 2009


domingo, 14 de junho de 2009

REPÚBLICA: Olhem só para a cara deles...

10 de Junho de 2009

Zangam-se as comadres...
DESCOBREM-SE AS VERDADES!
como podem ter "centenário" para comemorar?

domingo, 7 de junho de 2009

ABSTENÇÃO: é não pactuar com esta europa! ABSTENÇÃO: é REVOLTA contra este REGIME!

EUROPA FALIU
O POVO JÁ NÃO ACREDITA NA REPÚBLICA!

FOI ENGANADO...
ESTÃO A FAZER TUDO NAS COSTAS DOS POVOS DEPOIS QUEREM LEGITIMAR... COM VOTOS.

_NÃO GARANTIRAM UMA EUROPA DEMOCRATICA QUE SIRVA EM PRIMEIRO LUGAR OS POVOS EUROPEUS.

_NÃO GARANTIRAM A SOBERANIA DOS ESTADOS, SUAS TRADIÇÕES, SEUS RECURSOS NATURAIS E SUA INDEPÊNDICIA COMO NAÇÕES EUROPEIAS.

_NÃO GARANTIRAM A IGUALDADE DAS NAÇÕES, NAS DECISÕES EUROPEIAS.

_COLOCARAM A EUROPA AO SERVIÇO DOS AMERICANOS, INTERESSES BÉLICOS E DO CAPITALISMO SELVAGEM.

A "MAIORIA SILENCIOSA" está farta desta EUROPA.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

CENSURA DO REGIME: pequenos partidos silenciados pela comunicação social!

AS FRAUDES e... ELEIÇÕES EUROPEIAS
TRATADO LISBOA
PREJUDICA PORTUGAL


O PPM da Aliança Democrática foi criado para dar sinal ao POVO que os republicanos não mataram a MONARQUIA.

Com oportunismo o sr CPereira "fadista" deputado PPM integrado no PSD (por Santana Lopes) faz passar ao POVO, por um silêncio desonesto, a ideia que o PPM representa a monarquia.
Os ELEITORES enganados ficam a pensar que o PPM têm a ver com Dom Duarte, único e legítimo herdeiro Nato da Coroa de Portugal, figura querida da maioria dos portugueses.
S.A.R. Dom Duarte de Bragança futuro REI e CHEFE DE ESTADO, está acima de partidos políticos e interesses oligárquicos, em particular deste PARTIDO do REGIME REPUBLICANO MASCARADO DE MONARQUICO/PMM.
SEJAM SÉRIOS e...
VÃO A VOTOS!

Dom Duarte seria um bom Rei!

Dom Duarte seria um bom Rei!
"Faz todo o sentido comparar o progresso das Monarquias Europeias de hoje com o nosso atraso por sermos uma república".

sábado, 25 de abril de 2009

São NUNO: exemplo do patriotismo que falta aos actuais governantes de PORTUGAL!

“Despirei o meu hábito, sairei do convento e pegarei em armas se for necessário voltar a defender a INDEPENDÊNCIA de PORTUGAL...” Dom Nuno Alvares Pereira


Há uma história apócrifa, em que Dom João de Castela teria ido ao Convento do Carmo encontrar-se com Nun'Álvares, e ter-lhe-á perguntado qual seria a sua posição se Castela novamente invadisse Portugal.
O irmão Nuno terá levantado o seu hábito, e mostrado, por baixo deste, a sua cota de malha, indicando a sua disponibilidade para servir a sua PÁTRIA sempre que necessário

O génio militar de Nuno Álvares Pereira foi decisivo na Batalha de Aljubarrota


"São NUNO, INTERCEDEI PARA QUE PORTUGAL SEJA LIVRE E INDEPENDENTE.LIBERTA A PÁTRIA DOS TRAIDORES QUE SACRIFICAM O POVO, AOS INTERESSES ESTRANGEIROS DA UNIÃO EUROPEIA"

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Que venha o rei!

QUAL O PROGRAMA PARA O REGIME MONÁRQUICO?

Insistentemente interroga-se de vários lados, até de onde menos seria de prever, sobre o programa político, económico e social da Monarquia. Pede-se a modos que a redacção de um estatuto constitucional a adoptar numa futura Restauração. Isto revela um grande equívoco que é necessário desfazer. O que caracteriza a forma política monárquica é confiar a chefia do Estado a uma Dinastia, na pessoa de um Rei. A essência da Monarquia é a Realeza. É esta a sua base imutável, o seu princípio indiscutível. Os sistemas, em seus vários aspectos, têm sido e são mutáveis e variados com os tempos. Vão evolucionando, vão-se adaptando às exigências de cada época. Nem poderia ser de outra maneira. O sistema é, portanto, discutível, o que equivale a dizer que não há um sistema único e pré-determinado. Compete à Nação, em qualquer altura, escolhê-lo e conservá-lo ou modificá-lo, conforme as circunstâncias e o interesse comum o ditarem. O Rei ouve a Nação e, como seu mais fiel intérprete e primeiro servidor, guarda e defende a legitimidade constitucional. É esta uma das liberdades que a Monarquia como regime nos assegura. Só os ditadores ou os déspotas impõem um sistema segundo a sua vontade. O Poder Real, porque é independente e superior às discussões dos sistemas, porque é estável e contínuo, permite como nenhum outro as maiores liberdades, as mais arrojadas experiências administrativas, sociais e económicas, sem prejuízo da ordem e da autoridade. Exposta nestes termos a verdade da doutrina monárquica, compreende-se que o Rei seria a última pessoa a pronunciar-se por um determinado sistema concreto e que, nem os responsáveis pela causa monárquica, nem ninguém, podem sobrepor-se ao que é um direito inalienável da Nação. Cada um de nós, como cidadão português, pode, e deve, naturalmente, formular as suas opiniões e pugnar por elas; o que não é lícito é identificar a Realeza com o sistema da sua preferência. O Rei é de todos, repete-se. Numa restauração do Poder Real, só um caminho haveria a seguir: convocar Cortes Gerais, amplamente e autenticamente representativas, e adoptar-se a Constituição que nesta fosse escolhida. Não temos, portanto, que antecipadamente falar de um sistema político, económico e social como programa de uma futura Monarquia e ainda menos como condição do Rei.
Temos, sim, de reclamar o Poder Real como a mais segura fiança de um regime nacional.

Mário Saraiva, Razões Reais, Lisboa, Universitária Editora (3ª ed. revista e aumentada), 2002, p. 87.
Em 1978, recebeu de Dom Duarte Pio de Bragança a missão de constituir e secretariar o seu Conselho Privado, cargo que manteve até à sua morte.

Mário Saraiva, situando-se no desenvolvimento da Media via entre Liberalismo e Absolutismo aberta pelo Integralismo Lusitano, apresentou em «Razões Reais» um contributo inovador que é de justiça reconhecer como uma doutrina neo-integralista dos poderes do Rei: enquanto na teoria monárquica do constitucionalismo liberal-cartista se dizia que “o rei reina mas não governa” e o Integralismo Lusitano havia inicialmente retomado a fórmula de Gama e Castro segundo a qual o o rei governa, mas não administra, Mário Saraiva vai adiante afirmar que o Rei não deve governar nem administrar, mas deve chefiar tudo o que não seja discutível no plano nacional – a Diplomacia, as Forças Armadas, a Justiça.


Que venha o rei!
Photobucket
Se o actual presidente da república se confessa impotente para atalhar casos de corrupção no seu quintal e os três presidentes que o antecederam hesitam em dar sinais de preocupação pela manutenção em funções de um primeiro ministro protagonizado por uma personagem sobre a qual se acumulam suspeições públicas documentadas de corrupção, então talvez os monárquicos tenham razão e esteja na hora de referendar o regresso à monarquia — uma monarquia constitucional e democrática, claro, como sucede em 12 estados europeus.

por António Maria http://causamonarquica.wordpress.com

terça-feira, 31 de março de 2009

BANDEIRA DA REPÚBLICA....UM PLÁGIO ou DISFARCE DA VERDADEIRA ORIGEM ?

BANDEIRA DA CARBONÁRIA


VERMELHO _ representa o sangue na revolução CARBONÁRIA ...
VERDE _ representa as ideias liberais francesas da MAÇONARIA ...

REDESENHADA FICOU ASSIM:

Segundo  a República Salazarista tem o significado:
VERMELHO_ representa SANGUE
VERDE _ representa ESPERANÇA

Afinal porquê o "mascarado" significado das cores na bandeira da República?

domingo, 1 de fevereiro de 2009

MÁRTIRES DA PÁTRIA _vítimas de ódio republicanos (carbonários e maçons)

Lisboa, 1 de Fevereiro de 1908

Conspiração de criminosos republicanos entre os quais Aquilino Ribeiro (maçon), foi Manuel Buiça o regicida (carbonário) que alvejou de forma mortal, o
CHEFE DE ESTADO

Sua Alteza Real o Rei Dom Carlos I e o Principe Dom Luis Filipe
Pelas quatro horas da tarde, do mesmo dia, Manuel Buíça com Domingos Ribeiro e José Maria Nunes, posiciona-se no Terreiro do Paço, perto da estátua de D. José, ficando o primeiro perto duma árvore, frente ao Ministério do Reino, junto a um quiosque.
Alfredo Costa, Fabrício de Lemos e Ximenes assumem posições debaixo da arcada do mesmo ministério, os seis aguardam a chegada do monarca, misturados com a população que espera o desembarque da família real, acompanham atentamente a atracagem do navio a vapor, D. Luís, onde seguia a mesma.
Sensivelmente às cinco horas e vinte minutos, Manuel Buíça, avançando da placa central do Terreiro do Paço, a cinco ou oito metros de distância do landau régio, descobre a carabina, assenta um joelho em terra e abre fogo à retaguarda do mesmo, atingindo o rei no pescoço, partindo-lhe a coluna vertebral, que o vitima instantaneamente, não o sabendo Buíça alveja o rei uma segunda vez, desta feita, no ombro esquerdo. No príncipe-herdeiro também é desfechado um projéctil, que lhe atravessa a face esquerda, saindo-lhe pela nuca.
Finalmente, o Tenente Figueira, que escoltava o landau real, abate Manuel Buíça com uma estocada, não sem antes ser ainda atingido por este numa coxa.
Depois de morto, o seu cadáver é alvejado, trespassado e pisoteado, no Terreiro do Paço e no Arsenal, para onde é levado.
http://pt.wikipedia.org/

sábado, 24 de janeiro de 2009

Oportunismos no PPM + LOULÉS "monarquicos da republica"...


NUM ANO DE ELEIÇÕES...
O POVO DE PORTUGAL SIMPATIZANTE DA MONARQUIA

NÃO PODE CONTINUAR A SER ENGANADO...
E LEVADO A VOTAR EM OPORTUNISTA HOSTIL AO CHEFE DA CASA REAL PORTUGUESA.
O POVO PORTUGUÊS TÊM DE SER DEVIDAMENTE INFORMADO QUE O FADISTA CÂMARA PEREIRA NÃO REPRESENTA A MONARQUIA PORTUGUESA (MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO FEITA PELA COMUNICAÇÃO SOCIAL SERVIL AO REGIME DA 3ª REPUBLICA)
QUE SÓ HÁ UMA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA
Dom Duarte de Bragança foi afilhado e herdeiro patrimonial da Rainha Dona Amélia (mãe de Dom Manuel II) e hoje é o
Chefe da Casa Real Portuguesa.
O REI é livre... não depende dos partidos políticos ou outros interesses. Representa a LIBERDADE DO POVO!